A Comissão de Saneamento ambiental atua em ações técnicas e socioeconômicas fundamentadas na busca de melhorias da saúde pública, tendo por objetivo monitorar, fiscalizar e acompanhar níveis crescentes de salubridade ambiental no Estado do Rio de Janeiro.
Dentre as principais atividades relacionadas ao saneamento ambiental, está o cumprimento do que estabelece os princípios fundamentais e diretrizes nacionais para o saneamento (Lei nº 11.445/2007): universalização do acesso aos serviços público de saneamento básico; abastecimento de água; esgotamento sanitário; limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos; disponibilidade, em todas as áreas urbanas, de serviços de drenagem e de manejo das águas pluviais; entre outros.
Compete à Comissão de Saneamento Ambiental opinar sobre:
- projetos atinentes à realização de obras e serviços públicos pelo município, autarquias, entidades paraestatais e concessionárias de serviços públicos de âmbito Estadual;
- fiscalização da promoção do abastecimento de água potável, do esgotamento sanitário, da limpeza urbana, do manejo de resíduos sólidos e da drenagem e manejo das águas pluviais urbanas;
- fiscalização e auxílio na promoção da não geração, redução, reutilização, reciclagem e tratamento dos resíduos sólidos, bem como disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos;
- fiscalização e auxílio na promoção de incentivo à indústria da reciclagem, tendo em vista fomentar o uso de matérias-primas e insumos derivados de materiais recicláveis e reciclados;
- auxílio na promoção da integração dos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis nas ações que envolvam a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos;
- fiscalização e auxílio na promoção de incentivo ao desenvolvimento de sistemas de gestão ambiental e empresarial voltados para a melhoria dos processos produtivos e ao reaproveitamento dos resíduos sólidos, incluídos a recuperação e o aproveitamento energético;
- promoção de adoção de padrões sustentáveis de produção e consumo de bens e serviços, do desenvolvimento e aprimoramento de tecnologias limpas como forma de minimizar impactos ambientais;
- outras matérias pertinentes à proteção do meio ambiente, como por exemplo a balneabilidade das praias fluminenses.
- A promoção da saúde por meio da integração do saneamento com os recursos hídricos.